Caos na Venezuela e Ditadura de Nicolas Maduro Consolidada

A cada dia que passa o caos na Venezuela se consolida e agora em 2017 Nicolas Maduro assume definitivamente que és um ditador e um completo mentiroso.

O Governo da Venezuela dá mais um passo em direção ao abismo. Já não se trata apenas do fanatismo ideológico de Nicolás Maduro e seus acólitos, que conseguiu dividir os venezuelanos, destruir seu aparelho produtivo e mandar para a prisão os principais opositores mediante julgamentos fraudulentos baseados em provas forjadas. Trata-se, além disso, da incompetência manifesta do Governo ao administrar até mesmo aqueles aspectos da realidade que ainda permanecem, ao menos em tese, sob seu controle.

Caos na Venezuela e Ditadura de Nicolas Maduro Consolidada

Como mostrou o caos gerado pela decisão de substituir as notas de 100 bolívares por notas de 500, a capacidade do regime de Maduro de infligir sofrimento aos venezuelanos não parece ter fim, enquanto volta a responsabilizar outros por um caos que só ele e sua incompetência geraram.


A Venezuela é, hoje, um completo desastre econômico, político e de segurança onde a criminalidade, a corrupção, o contrabando e os saques estão na ordem do dia. Os venezuelanos não merecem um Governo como o de Maduro, que além de cercear as liberdades políticas e civis, destruiu a economia e provocou um duplo desabastecimento, de alimentos e remédios, que desenha um imenso paradoxo: o de um país rico em recursos petrolíferos mergulhado em uma gravíssima crise social e política.

Nicolas Maduro Ditador

Lester Toledo, um dos fundadores da Vontade Popular, afirma hoje no EL PAÍS que “a comunidade internacional não pode continuar acreditando que a Venezuela é um país normal”. Urge, por isso, que o Governo reconheça que a capacidade de sofrimento da população se esgotou e que, com a ajuda de mediadores internacionais, incluído o Vaticano, abra espaço para um processo de transição que devolva logo aos venezuelanos os alimentos, os remédios, a segurança e a liberdade.

O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, convocou nesta terça-feira uma “sessão urgente” do Conselho Permanente da instituição para discutir a situação política e institucional na Venezuela, invocando a Carta Democrática Interamericana.

Em resposta, o presidente Nicolás Maduro convocou uma “rebelião nacional” e mandou um recado atravessado para Almagro.

“Podem colocar a Carta Democrática assim (…) colocá-la em um tubinho bem fino e lhe dar um uso melhor, senhor Almagro. Enfie sua Carta Democrática onde bem entender. A Venezuela deve ser respeitada, e nenhuma carta vai ser aplicada à Venezuela. Convoco a rebelião nacional frente às ameaças internacionais”, afirmou Maduro, diante de milhares de seguidores.

Também nesta terça, o chefe de Estado anunciou que irá à Justiça contra a Presidência do Parlamento por “usurpação de funções” e por “traição à Pátria”.

Previsivelmente, Nicolas Maduro Ditador os mandou enfiar a “carta democrática” naquele lugar. Ele está confiante pois sabe que chegou a um estágio de sucesso de seu projeto que Cristina Kirchner e Dilma Rousseff não conseguiram. Maduro é o líder socialista bolivariano cujo projeto alcançou maior sucesso em toda a América Latina. Ele e seus asseclas vivem como sultões. Seu povo vive como gado. Maduro não vai abandonar seu paraíso em terra – e inferno, para o povo – por nada neste mundo. Para ele, cabe aos venezuelanos apenas aceitarem seu sofrimento. O povo agora vive sob o garrote.

Na Venezuela, o socialismo está vencendo. O desespero do povo venezuelano hoje não passa disso, infelizmente: o retrato do sucesso de um projeto político feito de encomenda para psicopatas. Nisto, ninguém conseguiu tanto sucesso quanto Nicolas Maduro.

Se Maduro não cair vai ser daí pra pior, teremos um país esfacelado por uma economia destruída e um ditador que faz o que quer com a população venezuelana. Era isso que o PT queria fazer com o Brasil, e não pense que ainda “não querem” pois na verdade o objetivo do PT é exatamente este, transformar isso aqui num ditadura do ploretariado.

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